segunda-feira, fevereiro 23

A universidade está quase deserta. Silêncio. Concentro-me em livros. Há corsos carnavalescos em preparação. Quem diria. Está tudo tão calmo.

quinta-feira, fevereiro 19

Fome

A universidade onde me licenciei (UBI) volta a ser notícia, mas agora por más razões. Esperemos que esta situação não se generalize.

Vergonha



O debate político é tantas vezes feito de questões de importância menor (e não estou a falar dos casamentos entre homossexuais) e propostas irrealistas. É preciso trazer para a praça pública as questões realmente importantes e que nos podem ajudar a sair da crise.
É necessário denunciar o negócio entre Manuel Fino e a Caixa Geral de Depósitos como muito bem fez Pedro Guerreiro. Este negócio não acautela os interesses dos contribuintes, mas apenas os de um investidor que por sua conta e risco comprou acções do BCP quando estas estavam claramente sobrevalorizadas.
Depois vêem falar no apoio às PME´s! Tretas.

quarta-feira, fevereiro 18

Novos Paradigmas

É cada vez mais claro que o mundo está numa fase de mudanças profundas (não necessariamente o fim do capitalismo como alguns acreditam!). Urge pois encontrar novos paradigmas à luz dos quais possamos analisar a realidade, sendo que é sempre faz fácil faze-lo à posteriori com a devida distanciação histórica. Vem tudo isto a propósito deste blog em que se procuram pistas para esse novo paradigma.

Viva a crise

Esta notícia sobre o aquecimento global é preocupante. Felizmente a crise económica global vem ajudar a travar as alterações climáticas reduzindo consumos (veja-se o caso paradigmático dos EUA) e acelerando mudanças tecnológicas que permitirão menores emissões de CO2.

quarta-feira, fevereiro 4

E agora?



Como esperado a histeria da comunicação social em torno do caso Freeport está a esvanecer-se. Não tarda até o caso aparecer em pouco mais do que uma nota de rodapé. E depois, o que fica? O Ministério Público continua a investigar. Certo. Mas, e as conclusões? Quem perde é José Sócrates e o PS. Independentemente da inocência ou não do Primeiro-Ministro em todo este caso há uma condenação política que já ocorreu. Misturam-se culpados com inocentes e suspeitos numa amálgama que lança a confusão e o caos perante a incompetência ou impotência da Justiça. Entretanto o mal está feito.
Algo está errado.