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segunda-feira, outubro 15

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A música dos números primos de Marcus du Sautoy.

segunda-feira, março 19

O senhor Swedenborg

O senhor Swedenborg é um dos habitantes do bairro de Gonçalo M. Tavares. Durante um conferencia do senhor Eliot o senhor Swedenborg desenvolve as suas investigações geométricas. Daqui resulta um pequeno e muito original livro. 

quinta-feira, setembro 22

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Sun in a Bottle de Charles Seife. Vamos conseguir desenvolver um reactor de fusão nuclear capaz de produzir energia suficiente para enfrentar os problemas energéticos do mundo. Ou o desenvolvimento de um reactor de fusão nuclear não é mais do que wishful thinking.

quarta-feira, julho 13

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The Poincaré Conjecture - The Search of the Shape of the Universe de Donal O'Shea

quarta-feira, setembro 22

segunda-feira, julho 5

Lendo... (actualizado)

The trouble with Physics de Lee Smolin.
Li The trouble with Physics com enorme prazer. Lee Smolin não poupa nas críticas à Teoria das Cordas, ou, mais exactamente, ao facto de ela se ter tornado quase no único paradigma da física teórica dos últimos 30 anos. Ele aponta as inconsistências da teoria, particularmente o facto de a TC não prever qualquer resultado capaz de ser testado experimentalmente com a tecnologia disponível.
Fiquei ainda a saber que Smolin tem trabalhado com o físico português João Magueijo. Eles conseguiram tornar a VSL (teoria de JM que prevê que a velocidade da luz nem sempre teve o valor actual) consistente com a teoria da relatividade.
(continua)

terça-feira, abril 27

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Fúria Divina de José Rodrigues dos Santos.

quinta-feira, março 6


E ela imaginou com sede a água clara e fria em roda dos seus ombros, e imaginou a relva onde se deitariam os dois, lado a lado, à sombra das folhagens e dos frutos. Ali parariam. Ali haveria tempo para poisar os olhos nas coisas. Ali haveria tempo para tocar as coisas. Ali poderiam respirar devagar o perfume das roseiras. Ali tudo seria demora e presença. Ali haveria silêncio para escutar o murmúrio claro do rio. Silêncio para dizer as graves e puras palavras pesadas de paz e alegria. Ali nada faltaria: o desejo seria estar ali.

sábado, fevereiro 16

Não podia deixar de me referir a este post do Filipe Moura. Feynman foi (e continua a ser) uma referência maior da minha formação como físico, sobretudo, depois de eu ter lido aquela excelente biografia Feynman – A Natureza do Génio de James Gleick. Sem dúvida um dos livros da minha vida! Depois há ainda o QED: a Estranha Teoria da Luz e da Matéria (duplo sentido!! - Quod erat demonstrandum e Quantum Electrodynamics!!) do próprio Feynman. É estranho, e mostra bem o seu carácter, o facto de Feynman chamar setas aos vectores durante todo o livro. E é só um pormenor de um texto que é uma tentativa de explicar uma teoria complicada - electrodinâmica quântica - a leigos.

terça-feira, novembro 27

O Futuro

Já passaram alguns anos desde que li O choque das Civilizações de Samuel Huntington. Encontrei-o numa estante da biblioteca. Chamou-me à atenção. Não tinha ainda ocorrido o 11 de Setembro, o terrorismo não estava na ordem do dia e não era clara, pelo menos não tanto como agora, a tensão entre o Islão e o Ocidente.
Do livro guardo recordações vagas. A tese de que a nova ordem mundial, pós guerra fria, seria multipolar. Haveria 3 ou 4 grandes blocos que se temeriam e de alguma forma equilibrariam. Os grandes focos de conflito surgiriam entre esses blocos. O choque seria sobretudo cultural. Os EUA perderiam a hegemonia e a China cresceria de forma acentuada.
Nos tempos mais recentes, depois do 11 de Setembro, encontrei na comunicação social algumas referências à tese de Huntington. Uns consideram a tese exagerada outros realista, mas não deixa de ser sintomático o facto de esta ter sido trazida para a praça pública.
Neste momento estou a ler outro livro premonitório: Breve História do Futuro de Jacques Attali. A ele regressarei.
Afinal, como está o mundo?

sexta-feira, novembro 2

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A Vida Nova do escritor turco Orhan Pamuk. Aqui regressarei em breve.

terça-feira, outubro 23

quinta-feira, outubro 18

Albert Einstein, George Gamow, Paul Dirac, Ettore Majorana, Wolfgang Pauli, Paul Ehrenfest e Erwin Schrödinger: 7 físicos notáveis aos quais Étienne Klein presta homenagem neste livro. Todos eles deram importantes contribuições para a revolução ocorrida na física no início do sec. XX. Enquanto a relatividade restrita, e depois a geral, mudavam os conceitos de espaço e de tempo, a nível do muito pequeno descobria-se também um mundo contra-intuitivo, cheio de surpresas e mistérios: nascia a física quântica.
O livro está estruturado em 7 capítulos. Cada capítulo é uma biografia de um destes homens. Por entre pormenores mais ou menos curiosos das suas vidas estão os conceitos, os problemas, as teorias que ocuparam o seu intelecto.
Curiosa é a desconstrução de alguns mitos que envolvem Einstein. Não se trata de pôr em causa a sua genialidade, mas tão-só de contextualizar o homem percebendo que ele é fruto de uma época e de um contexto. Como o autor refere o problema da sincronização dos relógios preocupava toda a Europa da época. Por outro lado o facto de Einstein trabalhar num Departamento de Registo de Patentes na altura em que desenvolveu a relatividade restrita não torna o feito mais notável como por vezes se faz crer. De facto, “o Departamento do Registo de Patentes permitiu que Einstein estivesse na primeira fila para assistir ao grande desfile de tecnologias e para fertilizar as suas próprias reflexões teóricas”.
Foi um livro que me proporcionou prazer, portanto, está tudo dito.

quarta-feira, outubro 17

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"Tradicionalmente se ha esgrimido el déficit del conocimiento científico sobre el comportamiento del clima para dudar, incluso, del fenómeno del calentamiento de la atmosfera y sus consecuencias sobre el funcionamiento del sistema climático. Sería una extensa tarea enumerar con precisión todas las lagunas del conocimiento del problema, sin embargo, nunca estas lagunas del problema son tan relevantes como para dudar del problema en sí mismo."
Há cada vez menos dúvidas sobre a existência do problema e até sobre as causas antropogénicas. De resto o livro explica, na medida do conhecimento actual, o complexo funcionamento do sistema climático. Desde a paleoclimatologia até aos padrões de circulação globais, está lá tudo. Apesar de existir já um razoável conhecimento acerca do problema das alterações climáticas muitos aspectos permanecem ainda em aberto.
Um bom livro para quem quer saber um pouco mais acerca de um tema nos nossos dias incontornável.

terça-feira, setembro 4

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El tiempo está loco? de Josep Enric Llebot.
Estará?
Alguns apontamentos em breve.

quinta-feira, agosto 30

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Gonçalo M. Tavares


São ambos pequenos. Lêem-se num instantinho. O Senhor Brecht é bastante melhor do que O Senhor Walser.
O Sr. Walser vê-se envolvido numa sucessão de acontecimentos sem causa, que o sobrepujam a si e ao próprio leitor. Um livro bem ao estilo kafkiano, mas que está longe de ser brilhante. O Sr. Brecht narra estórias curtas, a maioria das vezes irreais, que entretêm o leitor. Subjacente a cada história está quase sempre um aforismo. Bastante melhor.
Fico agora com curiosidade de ler O Senhor Valéry, o mais famoso do bairro.

segunda-feira, agosto 20

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O Senhor Brecht de Gonçalo M. Tavares

"O mal-educado não tirava o chapéu em nenhuma situação. Nem às senhoras quando passavam, nem em reuniões importantes, nem quando entrava na igreja.
Aos poucos a população começou a ganhar repulsa pela indelicadeza desse homem, e com os anos esta agressividade cresceu até chegar ao extremo: o homem foi condenado à guilhotina.
No dia em questão colocou a cabeça no cepo, sempre, e orgulhosamente, com o chapéu.
Todos aguardavam.
A lâmina da guilhotina caiu e a cabeça rolou.
O chapéu, mesmo assim, permaneceu na cabeça. Aproximaram-se, então, para finalmente arrancarem o chapéu àquele mal-educado. Mas não conseguiram.
Não era um chapéu, era a própria cabeça que tinha um formato estranho."

quinta-feira, julho 5

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e: A História de um Número de Eli Maor.

terça-feira, junho 12

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Em sucessivos avanços e recuos no tempo o narrador vai encaixando peças soltas até formar um puzzle coerente. Toda a narrativa converge para um ponto no espaço e no tempo, um clímax final, tornado inevitável desde a primeira página. Formalmente bem construído, escrita sóbria e fluida, de léxico pobre, o romance percorre temas como a morte e a loucura. Despindo as coisas de sentido provoca um ligeiro vazio kafkiano.

segunda-feira, junho 4

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Jerusalém de Gonçalo M. Tavares. O prazer dos livros traz-me de volta ao blog.