O amigo Afonso lembrou-me que este blog celebra hoje o seu 4º aniversário. Nem sempre publico com a frequência que gostaria, mas o trabalho não perdoa. Apesar de tudo espero que muitos aniversários destes se sigam. Afinal este blog já faz parte da minha vida.
terça-feira, julho 29
quarta-feira, julho 16
Coisas da economia
Antigamente em bom português não havia uma palavra para a expressão Crescimento Negativo? Estes eufemismos começam a fazer-me imensa confusão.
quarta-feira, julho 9
Pérolas
O verdadeiro acto sexual é aquele em que a mulher que está dentro do homem faz amor com o homem que está dentro da mulher.
Carlos Amaral Dias no Alma Nostra da Antena 1.
Carlos Amaral Dias no Alma Nostra da Antena 1.
terça-feira, julho 8
Luto do desejo de ti
As palavras estão mortas,
mortas.
O brilho do teu corpo nu
que tantas vezes desenhei nos meus olhos
diluiu-se nesta última lágrima.
Estou só,
só, sem sonhos,
as palavras morreram no teu silêncio.
Sabes, hei-de reconstruir o sonho,
pedra a pedra
erguer o castelo do desejo
lindo e louco.
Mas agora, …
agora as palavras estão mortas,…
mortas.
Jorge Jardim
mortas.
O brilho do teu corpo nu
que tantas vezes desenhei nos meus olhos
diluiu-se nesta última lágrima.
Estou só,
só, sem sonhos,
as palavras morreram no teu silêncio.
Sabes, hei-de reconstruir o sonho,
pedra a pedra
erguer o castelo do desejo
lindo e louco.
Mas agora, …
agora as palavras estão mortas,…
mortas.
Jorge Jardim
domingo, julho 6
Subtileza

Ao cuidado do amigo Afonso.
António Pinto Vargas no Ípsilon de Sexta-feira:
O jazz tem alguns problemas e um dos problemas que mais me incomodam é a “tentação do atletismo”. O “atletismo” é aquilo que se manifesta no solo de bateria, é o momento em que a força física assume a primazia, e naturalmente é o momento em que o público responde da mesma forma atlética, parece que há ali uma profundeza do homem primitivo. Quando esse lado atlético se manifesta nos outros músicos, eu desinteresso-me do que se está a passar, porque passa a ser um discurso em força, sem subtileza, com uma sucessão de clímaxes. Pode ser que, de vez em quando, haja qualquer coisa boa, mas a maior parte das vezes não consigo gostar.
António Pinto Vargas no Ípsilon de Sexta-feira:
O jazz tem alguns problemas e um dos problemas que mais me incomodam é a “tentação do atletismo”. O “atletismo” é aquilo que se manifesta no solo de bateria, é o momento em que a força física assume a primazia, e naturalmente é o momento em que o público responde da mesma forma atlética, parece que há ali uma profundeza do homem primitivo. Quando esse lado atlético se manifesta nos outros músicos, eu desinteresso-me do que se está a passar, porque passa a ser um discurso em força, sem subtileza, com uma sucessão de clímaxes. Pode ser que, de vez em quando, haja qualquer coisa boa, mas a maior parte das vezes não consigo gostar.
sexta-feira, julho 4
Gostei de ver o Aqui e Agora (no Jornal da Noite da SIC) a propósito do "jogo da roda" e dos livros e sessões de auto-ajuda. Em época de crise, e talvez levada por algum desespero, há sempre muita gente acreditando que pode enriquecer de um momento para o outro e sem muito esforço. Há também centenas de livros que "ensinam" a ser feliz e até sessões de grupo. Anda por aí muita charlatanice...
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