Este é um exemplo clássico de um fractal. Porém as propriedades de invariância de escala não são tão evidentes como noutros fractais.
Fractais e a geometria da natureza Neste 6º capítulo, Ana Nunes leva-nos numa viagem através dos fractais, figuras fantásticas que têm inspirado cientistas e não cientistas. As linhas de costa e as árvores apresentam propriedades de fractais, pois, possuem auto-semelhança ao longo de várias escalas. No texto explora-se ainda a relação entre os fractais e o caos determinista. Para além do mais, e indo de encontro à actualidade, os fractais são também utilizados para o estudo da propagação dos fogos florestais. Os fractais, deram um novo sentido ao verbo “ver” em ciência.
estamos em crise económica. Depois das férias regressarão os protestos e as manifestações. Receio a ingovernabilidade desde país; acho que este governo tem que ir até ao fim, a bem da democracia.
Associei-me a esta corrente, que solicita ao governo que sejam tornados públicos os estudos sobre a construção do novo aeroporto da OTA, acreditando que o governo vai publicar esses estudos. As decisões são sempre políticas, mas, quero crer que esta decisão é apoiada por pareceres técnicos rigorosos.
o tema em destaque no JN de hoje: o terrorismo. Cada vez para mim é mais claro que, assim como a queda muro de Berlim marca o fim da Guerra Fria, o 11 de Setembro marca o início de uma nova era: a Era do Terrorismo Global. Muito se irá continuar a escrever sobre esta nova realidade; muitos estudos são necessários acerca das motivações dos terroristas e das estratégias para combater este flagelo.
sexta-feira, julho 22
Space Shuttle Discovery
Se não houver mais contratempos, o lançamento deve mesmo acontecer a 26 deste mês. Boa sorte, neste regresso ao espaço.
no Público uma notícia sobre a recusa, das universidades britanicas, de ingresso de alguns cientistas estrangeiros. Também aqui o terrorismo a deixar marcas. Sinais de uma nova era...
através do sítio da NASA. Todos sabem que a Nasa é uma referência na exploração do espaço; penso que o seu sítio é também uma referência de qualidade, pela forma como são apresentados os conteúdos.
...na Linha dos Nodos a polémica sobre o nuclear. É triste ver como colunistas escrevem nos jornais opiniões com tantos erros científicos... As decisões, sendo sempre políticas, devem apoiar-se num conhecimento científico o mais sólido possível.
Foi mesmo um impacto profundo... Um pequeno passo para a Humanidade na exploração do espaço. Será que os cometas são mesmo "bolas de gelo sujo"? O que nos dizem acerca das origens do sistema solar? Vamos ver...
Aquilo a que todos os dias assistimos é o início do fim da hegemonia do Ocidente no Mundo. Agora temos que lutar para não ficar para trás face às novas potências emergentes: China e Índia.
quarta-feira, junho 22
O Eugénio merece muitas homenagens. Ele partiu, mas, felizmente deixou-nos estas pérolas.
Gaivotas
As gaivotas. Vão e vêm. Entram pela pupila. Devagar, também os barcos entram. Por fim, o mar. Não tardará a fadiga da alma. De tanto olhar, tanto olhar.
Com a investigação a 200% é difícil ter tempo para outras coisas, em particular para o blog. Em breve o ritmo diminuirá e voltarei em força...
...De novo... O capítulo 5 intitula-se “Umas ondas chamadas solitões”. É verdade! Sabia que há umas ondas solitárias chamadas solitões? Eu não sabia. A descrição matemática destas ondas solitárias é razoavelmente complexa (elas são descritas por equações diferenciais não-lineares) mas, curiosamente, estas ondas são comuns a uma grande variedade de sistemas físicos. O primeiro solitão observado foi uma onda gravitacional em águas pouco profundas; hoje em dia, a teoria dos solitões é usada no fabrico de fibras ópticas não lineares, na construção de lasers de solitões, na condensação de vapores de átomos de metais alcalinos, etc. O autor do capítulo é Vladimir Konotop.
http://wwwmaths.anu.edu.au/~briand/chaos/software.html Neste link pode obter diagramas fantásticos da teoria do Caos, fazendo download de um pequeno programa: IAChaos. Parecem apenas diagramas excêntricos, mas são usados para descrever fenómenos físicos.