Pudesse eu ser a aurora fresca
Cedo pressagiada
Pelo irrequieto chilrear dos pardais.
Seguir os primeiros raios
Irrompendo na madrugada fria
Festejando já o frenético dia.
Jorge Jardim
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quinta-feira, janeiro 18
quinta-feira, janeiro 4
quarta-feira, janeiro 3
segunda-feira, janeiro 1
sexta-feira, dezembro 29
quarta-feira, dezembro 27
Metapoema
O poeta extorque os pequenos sentimentos ao quotidiano
Acaricia-os, aclara-os
Dá-os às palavras.
Jorge Jardim
Acaricia-os, aclara-os
Dá-os às palavras.
Jorge Jardim
segunda-feira, dezembro 18
quarta-feira, dezembro 13
terça-feira, dezembro 12
Citadino
Tenho saudades de ser menino
De andar descalço na terra suja
De rebolar na erva ressequida
Pelos últimos resquícios de Verão
De ficar
Até as horas já não contarem
Até a noite descer
Já tardia
Sobre o longo dia
Como tenho saudades
De correr atrás da bola,
Qual bola de sabão,
Até a noite apagar a baliza no horizonte
E trazer consigo
Todos os sonhos do mundo.
Jorge Jardim
De andar descalço na terra suja
De rebolar na erva ressequida
Pelos últimos resquícios de Verão
De ficar
Até as horas já não contarem
Até a noite descer
Já tardia
Sobre o longo dia
Como tenho saudades
De correr atrás da bola,
Qual bola de sabão,
Até a noite apagar a baliza no horizonte
E trazer consigo
Todos os sonhos do mundo.
Jorge Jardim
quarta-feira, dezembro 6
Elogio a Vénus
Sinto-te mulher,
No meu desejo,
No teu corpo.
Sinto-te mulher fértil,
Forte, na tua dor
Sei que és mulher que ama e chora.
Jorge Jardim
No meu desejo,
No teu corpo.
Sinto-te mulher fértil,
Forte, na tua dor
Sei que és mulher que ama e chora.
Jorge Jardim
terça-feira, novembro 28
segunda-feira, outubro 23
quarta-feira, outubro 18
quinta-feira, outubro 12
Que de dia sejas minha companhia
E de noite meu leito
Onde me deito
Que os teus dedos se unam aos meus
E a minha face toque teu rosto
E de beijar provem os lábios o gosto
Que os nossos corpos se unam
E possamos sentir o calor,
O prazer e a dor do amor
Que este poema fique pra sempre
E seus desejos se concretizem
Ou nunca mais se idealizem.
Jorge Jardim
E de noite meu leito
Onde me deito
Que os teus dedos se unam aos meus
E a minha face toque teu rosto
E de beijar provem os lábios o gosto
Que os nossos corpos se unam
E possamos sentir o calor,
O prazer e a dor do amor
Que este poema fique pra sempre
E seus desejos se concretizem
Ou nunca mais se idealizem.
Jorge Jardim
terça-feira, outubro 3
Contrastes
Doce toque
Quente carícia
Que delícia!
Esta melodia
Esta harmonia
Azeda ausência
Fria solidão
Que ingratidão!
Esta indiferença
Esta não pertença
Jorge Jardim
Quente carícia
Que delícia!
Esta melodia
Esta harmonia
Azeda ausência
Fria solidão
Que ingratidão!
Esta indiferença
Esta não pertença
Jorge Jardim
domingo, setembro 24
quinta-feira, setembro 21
sexta-feira, outubro 7
Onde está o Outono?
Onde está o vento frio que empurra as frágeis folhas castanhas?
E as castanhas quentinhas?
Quando é que vai embora o Sol estival?
Quando é que chegam as nuvens para derramarem gotinhas de vida na terra seca?
Quando é que vai a água correr pelos sequiosos canos?
Um dia, o vento virá forte e dirá:
"Todo o Mundo é composto de mudança"
Jorge Jardim
E as castanhas quentinhas?
Quando é que vai embora o Sol estival?
Quando é que chegam as nuvens para derramarem gotinhas de vida na terra seca?
Quando é que vai a água correr pelos sequiosos canos?
Um dia, o vento virá forte e dirá:
"Todo o Mundo é composto de mudança"
Jorge Jardim
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