(...) Na iconografia pornográfica contemporânea, as vaginas aparecem sempre com os pêlos púbicos rapados e em franca actividade (não há tempo para bucolismos). Mais, a visão integral da vagina raramente se consuma conquanto ela surge quase sempre com um pénis embutido (pelo menos). No fundo, pelo seu poder de trivialização, a pornografia define a obscenidade como aquilo que lhe é exterior (...) no Avatares de um Desejo
quarta-feira, fevereiro 25
segunda-feira, fevereiro 23
quinta-feira, fevereiro 19
Vergonha

O debate político é tantas vezes feito de questões de importância menor (e não estou a falar dos casamentos entre homossexuais) e propostas irrealistas. É preciso trazer para a praça pública as questões realmente importantes e que nos podem ajudar a sair da crise.
É necessário denunciar o negócio entre Manuel Fino e a Caixa Geral de Depósitos como muito bem fez Pedro Guerreiro. Este negócio não acautela os interesses dos contribuintes, mas apenas os de um investidor que por sua conta e risco comprou acções do BCP quando estas estavam claramente sobrevalorizadas.
Depois vêem falar no apoio às PME´s! Tretas.
quarta-feira, fevereiro 18
Novos Paradigmas
É cada vez mais claro que o mundo está numa fase de mudanças profundas (não necessariamente o fim do capitalismo como alguns acreditam!). Urge pois encontrar novos paradigmas à luz dos quais possamos analisar a realidade, sendo que é sempre faz fácil faze-lo à posteriori com a devida distanciação histórica. Vem tudo isto a propósito deste blog em que se procuram pistas para esse novo paradigma.
Viva a crise
Esta notícia sobre o aquecimento global é preocupante. Felizmente a crise económica global vem ajudar a travar as alterações climáticas reduzindo consumos (veja-se o caso paradigmático dos EUA) e acelerando mudanças tecnológicas que permitirão menores emissões de CO2.
terça-feira, fevereiro 10
quarta-feira, fevereiro 4
E agora?

Como esperado a histeria da comunicação social em torno do caso Freeport está a esvanecer-se. Não tarda até o caso aparecer em pouco mais do que uma nota de rodapé. E depois, o que fica? O Ministério Público continua a investigar. Certo. Mas, e as conclusões? Quem perde é José Sócrates e o PS. Independentemente da inocência ou não do Primeiro-Ministro em todo este caso há uma condenação política que já ocorreu. Misturam-se culpados com inocentes e suspeitos numa amálgama que lança a confusão e o caos perante a incompetência ou impotência da Justiça. Entretanto o mal está feito.
Algo está errado.
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