terça-feira, novembro 28

Apetecem-me as palavras
(não!, não deixei de gostar de números)
Aquelas que brotam dos objectos e dos afectos
Aquelas que nos endeusam,
As que nos faltam.

Quero escrever mais e mais
Num ímpeto criativo e intenso
Abraçar o mundo
Fingir com Pessoa
Ou ter o mar de Sophia
Apetecem-me as palavras.

Jorge Jardim
Aqui penso muitas vezes em como o ritmo de vida das pessoas é influenciado pelo tempo atmosférico e pela latitude. A chuva, o sol, o vento, a noite, o dia, o frio, o calor são uma música de fundo que marca a cadência do nosso tempo. E o tempo aqui passa ao som da chuva, miudinha, incessante, banhada pela noite que vem cedo. Dizem que depois vem o Estio e é diferente. Mas agora…agora é assim.

Rosa Brava IV

E pronto, tudo o que é bom acaba! Fico sem saber o que é que no romance corresponde a factos históricos e aquilo que é recriado, inventado, imaginado. Afinal, el-rei D. Fernando é figura central do romance e eu nada sei das guerras com Castela ou dos acordos com os ingleses, mencionados no livro. É talvez um bom ponto de partida para aprender um pouco mais.
Fica a última lista de palavras…

Sinecuras
Espaldar
Dossel
Sedição
Deificá-los
Desquite
Cenóbio
Alvitre
Chantre
Amavioso
Preitear
Exangues
Vagidos
Infrene
Vacatura
Diadema
Gleba
Sabujos
Cenho
Daia
Fagueiro
Gesta
Respaldar
Tagante
Inepto

sexta-feira, novembro 24

Rosa Brava III

E há mais, sempre mais, tanta coisa para aprender. Cuidemos da nossa língua.

Coio
Lente (!!)
Azorrague
Arras
Almoxarifado
Transido
Almucela
Expensas
Anafado
Acintosa
Inumada
Betesgas
Nédios
Cáfila
Barbacãs
Cambraia
Teada
Alfrês
Ameias
Espúria
Desassisado
Galifate
Imprecando
Vasca
Loas
Caterva


Qual será o futuro de D. Leonor Teles de Menezes?

quarta-feira, novembro 22

Lendo...

mais um artigo interessante de Alexandre Brandão da Veiga.

terça-feira, novembro 21

Ecos do Norte

Em termos de monumentos ainda não vi muita coisa cá, mas do pouco que vi, aquilo que mais gostei foram as igrejas. Em Leuven entrei numa das muitas que estão espalhadas pela cidade. Em Bruxelas visitei a catedral THE SAINT MICHAEL and SAINT GUDULA (imagens) . Grandiosa, majestosa, imponente, com vitrais enormes, impecavelmente pintados retratando cenas religiosas. Santos em pedra nas colunas que se estendem até ao altar como que convidando à oração. Candeeiros lustrosos suspensos por enormes correntes adornadas descendo das abóbadas. Templos para qualquer apreciador de arte sacra ou arquitectura antiga.
Infelizmente ainda não tenho máquina fotográfica e aquilo que posso aqui deixar, para além de algumas imagens recolhidas na rede, são as palavras que ficam sempre aquém que qualquer experiência vivida ou imaginada.

segunda-feira, novembro 13

Rosa Brava II


Mas o livro é um chorrilho de palavras que não me são íntimas, que começo agora a namorar. Ficam mais algumas dos capítulos seguintes.
alcáçova
carqueja
persignou-se
alcantiladas
matula
tavolagem
gandaia
Junta-se o prazer de aprender ao prazer de ler um excelente livro. Magnífico!

sábado, novembro 11

Livros lidos

Dado que tenho aqui um número considerável de comentários a livros que tive o prazer de ler, decidi criar uma nova categoria: Livros lidos. Aqui estão todos os comentários publicados.

Rosa Brava


Rosa Brava de José Manuel Saraiva


Só no terceiro capítulo listei estas 9 palavras ou expressões, das quais desconhecia o significado.

Prelados

Almotacés

Escambo

Liteira

Infanções

Dilecta

Mundo hanseático

Vianda

Seráfico

Elas aqui estão, soltas, descontextualizadas, prontas a serem usadas!

sexta-feira, novembro 10



Viver em Leuven faz-me lembrar as nossas Semanas da Mobilidade. Durante um ou dois dias, fecha-se meia dúzia de ruas ao trânsito, complicando ainda mais a circulação, para depois ficar tudo na mesma. Ou seja, carros e mais carros, filas intermináveis, transportes públicos ineficientes e falta de incentivo ao uso da bicicleta.

quarta-feira, novembro 8

No centro da Europa…

Ainda não fiz fotos. O tempo disponível para contemplar esta nova realidade é exíguo nestes primeiros dias. No futuro deixarei aqui mais ecos do centro da Europa.

Lendo



Este livro de Bill Bryson foi para mim uma agradável surpresa. Nele o autor traça com uma grande clareza os caminhos tortuosos do desenvolvimento do conhecimento científico. Mostra como conhecimentos largamente aceites pela comunidade científica nem sempre o foram, como, não raras vezes, o crédito de uma descoberta não é atribuído ao seu legítimo dono, como os Homens são capaz do melhor e do pior. Mas o livro é muito mais do que isso: é uma viagem fascinante às nossas origens, desde o Big Bang ao Homo sapiens sapiens, ou dito de outra maneira, ao conhecimento que temos das nossas origens.
Um bom livro.

sexta-feira, novembro 3

Quase de partida...



Um oportunidade para conhecer melhor a nossa Europa. Os ecos (fotos, comentários, etc...) surgirão aqui.